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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

VERDADES SOBRE A CASTRAÇÃO


A castração é um assunto bastante discutido atualmente por todos aqueles que convivem com cães.

E, no que se refere a este tema, amplos debates já foram travados, estudos realizados e já não restam mais dúvidas de que promover a castração de animais de estimação é a medida mais eficaz para evitar abandono e maus-tratos a cães e gatos, pois evita o nascimento de inúmeros filhotes quem, em grande parte das vezes, acabam não encontrando um lar...

Mas, mesmo assim, falar sobre castração ainda traz a tona alguns mitos que precisam ser esclarecidos:

O cão castrado sofre por não poder mais acasalar?

A cirurgia de castração extrai ovários, tubas uterinas e útero nas fêmeas, e testículos nos machos. O cão não sente qualquer pesar após a cirurgia; ele/ela simplesmente não tem consciência do que aconteceu. Muito pelo contrário: como não mais estarão sujeitos aos efeitos dos hormônios circulantes, os cães passam a viver com mais tranquilidade, sem o inconveniente de estarem expostos aos instintos de procriação decorrentes dos hormônios.

O cão castrado engorda?

Não se pode culpar a castração pela obesidade dos cães! Na verdade, com a supressão dos hormônios, algumas atividades antes comuns, como buscar parceiros, marcar locais com urina e enfrentar possíveis “rivais”, não mais se fazem necessárias. Assim, cabe ao dono proporcionar ao cão outras atividades, para que este possa manter o mesmo ritmo de vida, sem também descuidar da alimentação.

A cirurgia é arriscada?

Médicos veterinários responsáveis realizam exames pré-operatórios nos cães e prezam pelos cuidados com anestesia e analgesia. É uma cirurgia simples em que, geralmente, os peludos voltam à ativa em poucos dias.

O cão deve cruzar ao menos uma vez antes de ser castrado?

Já está cientificamente comprovado que não existe qualquer relação entre o ato sexual e a boa saúde ou amadurecimento do cão. Na verdade, esperar pelo amadurecimento sexual pode, inclusive, trazer malefícios na relação dono-cão: o macho, ao aprender a marcar locais com urina levantando a perna, pode nunca mais perder este hábito adquirido, mesmo depois de castrado.

O cão castrado fica preguiçoso?

Não existe qualquer relação entre castração e letargia. Na verdade, se o cão engordar por falta de atividades, acabará ficando mais preguiçoso, pois tudo se tornará mais difícil. Além disso, os cães deixam de ser tão ativos à medida que envelhecem, mas as pessoas costumam associar este evento com a castração.

Finalmente, nunca é demais ressaltar os benefícios já efetivamente comprovados da castração:

- a castração realizada antes do completo amadurecimento sexual previne câncer de mama e de útero nas fêmeas, que ficam praticamente livres da chance de desenvolver essas doenças graves na velhice;

- a castração ajuda a evitar fugas, especialmente dos machos, que podem sentir o odor de uma fêmea no cio há dois quilômetros de distância;

- cadelas castradas não passam pelo inconveniente da gravidez psicológica (pseudociese), condição relativamente comum que as faz produzir leite e muitas vezes apresentar dor nas mamas neste período.

Assim, quando o assunto é castração, é muito importante deixar de lado falsas crenças, muitas vezes difundidas por gerações, e prezar, sim, pelo bem estar dos peludos!


Cuidados com filhotes órfãos ou rejeitados


A morte da mãe logo após o nascimento dos filhotes, fêmeas doentes, fêmeas que abandonam a cria após cesariana, com instintos maternos pouco desenvolvidos e filhotes muito grandes, são causas freqüentes de filhotes órfãos. Este fato poderá ser superado com sucesso se todas as necessidades de cada filhote forem supridas por outros meios.

Algumas medidas podem diminuir a mortalidade dos recém-nascidos órfãos, sendo que a alternativa mais óbvia é a substituição da mãe ausente por outra em estágio de lactação apropriado. Trata-se de uma medida que nem sempre é possível, pois requer uma grande coincidência para a substituição e um grande intercâmbio entre criadores e proprietários. Além disso, as fêmeas podem rejeitar os filhotes por não os reconhecer como seus.

Este problema pode ser amenizado esfregando-se os recém-nascidos com um pano com o cheiro da mãe adotiva e da secreção de seus filhotes. Caso a adoção seja eficiente e em período de lactação adequado, tornam-se dispensáveis quaisquer outros cuidados, uma vez que a mãe adotiva os fará.

Nos casos onde a fêmea não foi eficiente, o proprietário deverá substituir as funções da mãe. Estas funções abrangem a nutrição dos filhotes, manutenção da temperatura corpórea e estímulos que garantam a realização das funções vitais dos
recém-nascidos.

Em casos de abandono ou morte da mãe, o proprietário deve realizar, imediatamente após o nascimento, o estímulo da respiração. Para isto deve-se fazer a limpeza do focinho do filhote recém-nascido e massagear-lhe de forma circular e cuidadosa o tórax. Após o estabelecimento dos movimentos respiratórios, os quais são facilmente observados pelo criador por meio do choro ou gritos e aumento e diminuição do volume do tórax, deve ser feito o estímulo da circulação periférica do animal. Esta é realizada de modo a substituir o estímulo de lambedura da cadela em todo o corpo do filhote, podendo ser realizada com massagem delicada, utilizando-se um pano limpo e seco.

Cuidados com a temperatura corporal dos filhotes devem ser rapidamente tomados. Para isto, utilizam-se lâmpadas incandescentes, de modo a manter os filhotes
aquecidos à temperatura de 30 a 32°C durante os primeiros cinco dias de vida, sendo gradualmente diminuída até 24°C nas próximas quatro semanas. O proprietário deve ter o cuidado, durante o aquecimento dos filhotes, para que não ocorra superaquecimento ou mesmo queimaduras por contato direto deles com a lâmpada.

Os filhotes não devem permanecer em contato direto com superfícies frias ou que possibilitem a perda de temperatura corporal; para isto, devem-se utilizar panos e jornais velhos, trocados periodicamente de modo a garantir uma eficiente
higienização.

A alimentação dos recém-nascidos pode ser realizada pelos proprietários de forma artificial, mediante o fornecimento de leite com formulação preestabelecida e citada a seguir. Deve-se ter em mente que os filhotes alimentam-se, com a cadela, em
pequenas quantidades, uma vez que seu estômago não comporta grandes quantidades porções alimento. Desta forma, devem ser alimentados várias vezes ao dia, o que requer bastante dedicação e paciência da pessoa responsável.

Receita do leite artificial (para um litro):

- 800ml de leite integral
- 200ml de creme de leite
- 4 colheres de sopa de Calcigenol.
- 1 colher de sopa de Vitaminer líquido
- Até os 15 dias de idade, adicionar também uma colher de sopa de óleo de fígado de bacalhau; suspendendo-o após este período.

Da terceira até a quarta semanas de vida, engrossar o leite, utilizando três colheres de sopa de leite em pó para um copo de leite de vaca.

O leite artificial pode ser armazenado em geladeira (não em congelador) durante uma semana, devendo ser retiradas pequenas quantidades que devem ser aquecidas a 40°C antes de utilizadas.
Estimuladas as funções vitais do filhote (temperatura e alimentação), o tratador deve também estimular os reflexos de urina e de defecação. Para tanto, utiliza-se algodão embebido em água morna ou óleo de bebê para massagear delicadamente o ânus e genitais dos filhotes várias vezes ao dia, após a alimentação, como a cadela faz






Receita específica para gatos filhotes:




- 1 copo de leite integral de caixinha
- 1 copo de água fervida, filtrada ou mineral
- 2 colheres de sopa de farinha láctea
- 1 gema de ovo sem a clara (a clara faz mal para o filhote de gato)
- 1 colher de chá de mel

Misture tudo, bata no liquidificador e coloque numa vasilha de vidro lacrada. Guarde na geladeira e na hora de alimentar o filhote retire só a quantidade necessária.

Esta receita serve para até 3 dias. Depois disso precisa fazer uma nova. É prático, saudável e barato. O leitinho caseiro pode ser administrado por meio de conta-gotas ou mesmo seringas de 3 ml.

NUNCA, mas nunca vire o filhote de barriga para cima para dar de mamar, como se fosse um bebê humano. O líquido pode ir para os pulmões e o gatinho morre de pneumonia. Ele deve ficar em pé ou na mesma posição em que mama na mãe gata.

Obs.: Calcigenol e Vitaminer são vitaminas encontradas em farmácia.

O CIO, E O PARTO DE CADELAS

Sob a palavra "Cio" entende-se vulgarmente o acordar do instinto sexual da cadela e, combinada com ele, a disposição dela em aceitar o macho para acasalamento, o que acontece em geral duas vezes por ano, ao contrário do reprodutor que pode ser usado para coberturar durante o ano todo.

Hoje em dia, já se nota uma sensível diminuição na velha preferência por um macho em casa, e não uma fêmea, pelo receio de um cio e das conseqüências dele. Mas o fato deste fenômeno verificar-se apenas duas vezes por ano e ser de curta duração, com o completo desiteresse da cadela pelo outro sexo durante o resto do tempo, enquanto o macho permanece em expectativa constante os 12 meses do ano à procura de uma fêmea no cio, colocou novamente a cadela em posição não mais desprezada.

Sabemos que a cadela tem seu primiro cio com mais ou menos 8-9 meses de idade. É enfaticamente desaconselhado o acasalamento nessa idade, pois esta cobertura traria grande prejuíso ao desenvolvimento físico do animal.
Geralmente pode-se afirmar que a maturidade começa tanto mais tarde quanto maior é o animal, E para mencionar desde logo o outro extremo: uma cadela já idosa deve ser coberta pela primeira vez? É uma questão que surge com certa freqüência e em todo caso é aconselhável apresentar a fêmea ao veterinário e ouvir a opinião dele, pois a compacta consistência da bacia, dos tendões e das ligações ósseas de certos animais nessa idade pode dificultar o normal nascimento de filhotes, com a conseqüência de sérias complicações também para a cadela-mãe. De qualquer forma, estas cadelas devem movimentar-se bastante e não receber alimentação farta e forte demais durante a gestação.

Muitas vezes acontece que a cadela ataca ou recusa o reprodutor na hora do acasalamento, Não raro cabe ao proprietário da fêmea a culpa, por ter se enganado ba contagem da entrada no cio, que se revela por uma perda de sangue. Mas não é tão fácil, como muitos pensam, determinar essa entrada com exatidão, pois o primeiro sinal pode ser tão insignificante que escapará à nossa vista, sobretudo porque muitas fêmeas costumam lamber essas gotas. Existe porém, um "jeito" bastante simples para determinar direitinho o início do cio. Um pouco antes de seis meses, quando calcula que vai começar o novo cio, deixe a cadela dormir em cima de um pano branco, que deverá ser controlado toda manhã. Nele se notarão gotas de sangue que ela perde e que não pode lamber poruqe penetram no tecido, desta maneira, sabe-se exatamente o começo do cio.
Contam-se então mais 10 ou 11 dias e tem início o período em que a maioria das cadelas aceita voluntariamente o macho: o corrimento sangíneo começou a tornar-se esbranquiçado.
Mais ainda do que nos primeiros 8 dias, o criador agora tem absoluta necessiade de manter a fêmea isolada de qualquer contato com os machos, não lhe dando nenhuma possibilidade de escapar. Esta cautela deve ser tomada com o mesmo cuidado depois da cobertura realizada com o reprodutor escolhido, pois, durante todo o período do cio, os óvulos, aptos a serem fecundados, cão amadurecendo consecutivamente, podendo a cadela ser coberta por outros machos praricamente do primeniro ao último dia do período, que dizer, tantas vezes quantas ela tem ocasião de ficar perto de um cão.

O ideal é a fertilização no 11o. dia (momento em que 50% dos óvulos são liberados pelos ovários). O acasalamento pode ser repetido no dia seguinte.

Não existem nenhuma restrição quanto aos banhos neste período.

Cadelas que não tenham entrado no cio já com mais de 1 ano, é bem provavel que seja um caso de hypoestrinismo, o qual resulta na falta parcial ou completa de secreção ovariana. Nestes casos os períodos não aparecem. Contudo, não existe razão para se considerar a saúde da cadela afetada somente por isso. Nenhum tratamento é necessário, a não ser que há interesse em utilizá-la para reprodução.

Pode ser também que a cadela manifeste o que denominamos "cio secreto". Nestes casos a fêmea entra no cio sem manifestar qualquer sinal aparente. Se tiver contato com o macho, e o aceitar, poderá haver a concepção. Se não estiver junto ao macho, talvez nem seja percebido que a cadela esteja no cio. Um veterinário poderá aconselhar um tratamento de hormônios.

Certos criadores acham conveniente repetir o acasalamento para estarem seguros da fecundação, principalmente se a união não demorou o tempo necessário, que se pode prolongar, às vezes até 40 minutos. Todavia, não se deve deixar passar mais do que um dia entre as coberturas, a fim de evitar dificuldades no nascimento da ninhada, pois, devido ao tempo relativamente curto da gestação (mais ou menos 60 dias) é evidente que nem todos os embrioespoderão desenvolver-se com o mesmo vigor e tamanho se o intervalo entre duas uniões for maior do que 48 horas. Cada dia de diferença se faz notar no parto e é comum acontecer que, ao lado de filhotes normais, surgem também natimortos ou incapazes de sobreviver - conseqüência de dois acasalamentos distanciados em excesso. Pode acontecer também um retardamento do ato de nascer, o que leva à morte os embriões da primeira cobertura. É claro que tudo isso também pões em perigo a vida ou, no mínimo a saúde da cadela-mãe.

A alimentação da cadela gestante tem de ser boa e variada. A melhor condição da fêmea deve ser obtida desde o dia da cobertura e conservar-se no decorrer dos próximos 2 meses.

Quando se aproxima a hora do parto, é aconselhavel não irritar o animal com constantes carícias ou demonstrar seu próprio nervosismo. O bom criador limita-se a observar de uma certa distância, (não junto ao leito da cadela), se a mesma encontra dificuldades, se lhe faltam forças, se abre logo as placentas, se corta os cordões umbilicais e começa a lamber os recém-nascidos.

Na grade maioria, tudo corre muito bem. Mas se o novato é propenso a revelar excitação, é melhor comunicar-se como o veterinário antes, para saber onde poderá encontrá-lo na "hora H".

É necessário que a cadela fique em supervisão nos últimos dias, a fim de evitar que dê cria em algum lugar escondido e não preparado por nós.

Para saber se a cadela está prestes a dar cria, procure saber a temperatura, ela começa a subir subtamente (em estado normal é de cerca de 38,5°) e cai nos últimos dias até quase 37°. Com o início dos impulsos, a temperatura começa a subir novamente. Os preparativos da cadela se evidenciam por um comportamento diferente e inquieto. Ela procura cantos escuros, para os quais leva restos de tecidos, palha e outro material que nós, porém, devemos tirar quando o parto começa. Neste dia, ou ela não come nada ou muito pouco porque, por instinto, não quer sobrecarregar intestinos e bexiga. Um pouco antes das primeiras contrações, ela se mostra mais agitada ainda, tem forte respiração e a sua vulva aumenta consideravelmente.

O lugar mais adequado para o nascimento dos filhotes é aquele que proporcione sossego à cadela e não estiver exposto às correntes de ar. Não deve ficar distante da casa, caso surja algum imprevisto; convém aconstumá-la ao local 8 dias antes da cria.

É bom construir uma caixa num tamanho que permita à cadela esticar-se à vontade. Perfure o chão a fim de que a urina escorra facilmente. Para uma ninhada de Boxer, nas 4 paredes laterais, numa distância de mais ou menos 10cm do chão, coloque uma ripa da mesma largura, para impedir o esmagamento dos filhotes quando a mãe os apertar, pois o espaço entre a ripa de cima e o chão servirá de abrigo aos filhotes.

Colocar um colchão no local onde a cadela provavelmente irá parir é perigoso. Os filhotes podem sufocar-se no enchimento do colchão, que a cadela rasga na sua inquietação e no esforço de fazer o ninho. O melhor, por possibilitar limpeza rápida e freqüente, é utilizar papel de jornal, que pode ser facilmente trocado a qualquer hora.

Enquanto os olhos não se abrem, o que acontece em volta do décimo segundo dia, deve mantê-los na penumbra, Só gradualmente então, leve-os para o ar livre e, mais tarde, eles pode gozar a vontade o pleno sol, o que, aliás, é indispensável para eles.

Animais portadores de doenças transmissíveis geneticamente como displasia coxofemoral, ausência de um testículo (criptorquidismo), alergias graves, catarata precoce e epilepsia;
animais com problemas cardíacos graves; fêmeas com excesso de peso; cães com doenças sexualmente transmissíveis como Tumor de Sticker e Brucelose.
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