terça-feira, 20 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Cães fortes e valentes necessitam de donos disciplinados
Em todo o mundo, nenhuma raça de cães tem provocado tanta polêmica, foi tão temida e sofreu tantas sanções legais quanto a raça American Pit Bull, ou simplesmente Pit Bull. No entanto, várias outras raças, dentre elas o nobre cão guardião de templos Shar-Pei, já foram criadas no passado e selecionadas para combate.
A própria história do Pit Bull confunde-se com a história do American Staffordshire Terrier (raça americana), animal este elegante e sociável freqüente nas exposições e que agora, devido a semelhança física com o Pit Bull, também está sofrendo discriminação. Inclusive a raça inglesa Staffordshire Bull Terrier, que originou a americana American Staffordshire Terrier também é a de um cão de combate e que já foi usada em rinhas (briga de cães).
Em meados do século XIX, raças de cães foram criadas e apuradas para briga, particularmente na América do Norte, dentre elas a raça que mais se destacava desde o início do século passado por ser de animais mais compactos, agressivos, corajosos, ágeis e bom de briga é o Pit Bull. Popularizou-se então as famosas rinhas, as quais devido proibição legais, passaram a ocorrer na clandestinidade.
A diferença fundamental destas raças de combate já citadas juntamente com outras raças utilizadas para guarda, como por exemplo o Rottweiler, o Mastim Napolitano, o Bull Terrier e mesmo o Fila Brasileiro, é a de que são cães que não podem ser criados por pessoas despreparadas, por amadores. São raças que necessitam de pulso enérgico, de uma educação com amor e com justa disciplina.
Sabemos que o cão é reflexo de seu dono, muitas vezes os Pit Bulls tem proprietários de temperamento agressivo e que tem orgulho de seus animais também violentos, animais estes muitas vezes ainda são preparados para rinhas. Não é por acaso que a raça Pit Bull é símbolo de um grande número de academias de artes marciais.
É lamentável tudo o que vem sendo divulgado em relação ao comportamento destes animais, realmente é uma campanha injusta. A raça Pit Bull já existe no Brasil há mais duas décadas e, sómente agora, começou a ser divulgada como uma raça violenta e descontrolada.
Na verdade, os proprietários é que devem sempre ser responsabilizados, pois por questões de modismos ou vaidade, resolvem ter animais além de suas capacidades psicológicas. Condutas e adestramento inadequados feitos em cães fortes e valentes, porém inocentes, produzem animais extremamente agressivos e até perigosos.
É claro que os políticos para se autopromovem, juntamente com a mídia sensacionalista, exploram o assunto geralmente sem nenhuma responsabilidade. Pessoas que ocupam cargos formadores de opinião deveriam ser mais esclarecidas pois comentam sobre supostas características negativas dos cães sem nenhum embasamento científico, cães estes que tanto amor, amizade e dedicação têm dado à humanidade.
A meu ver, é um absurdo querermos exterminar uma excelente raça em decorrência de alguns cães que foram “deformados” pelos seus donos. Atendo vários animais da raça Pit Bull e de outras raças conhecidas como perigosas e muitos deles são realmente extremamente mansos, apesar de sua respeitável aparência.
Naturalmente que acidentes podem ocorrer como em tudo na vida, entretanto nestes casos a responsabilidade cabe inteiramente ao dono do animal.
Acreditamos que para sermos coerentes vivendo num mundo em que a violência encontra-se banalizada em tudo que vemos, na televisão, nos jogos, nos esportes, no cinema e nos noticiários, somente o bom-senso pode nos tirar deste impasse e não através de medidas radicais que apenas têm valor de impacto. Na verdade estamos diante de mais um problema educacional e social.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
GIGANTE PELA PRÓPIA NATUREZA
Pit Bull é um termo genérico que se refere a um conjunto de raças de cães, incluindo (mas não se limitando) ao American Pit Bull Terrier, o American Staffordshire Terrier e o Staffordshire Bull Terrier, e os cruzamentos entre essas raças. Costuma-se usar o termo Pit Bull para designar a raça American Pit Bull Terrier.
As características essenciais do American Pit Bull Terrier (APBT), segundo o Padrão Oficial da Raça, são a resistência e a auto-confiança. A raça gosta de agradar e é cheia de entusiasmo. O APBT é um excelente cão de companhia e é notável o seu amor por crianças. Pode ter o focinho reto ou curvo, predominando o primeiro.
Pelo fato de a maioria dos APBTs apresentarem certo nível de agressividade contra outros cães, bem como pelo fato de o seu físico ser poderoso, a raça necessita de proprietários que os sociabilizem cuidadosamente e que treinem para obediência os seus cães. São cães com um alto nível de energia, não devendo assim ficarem presos num espaço pequeno, muito menos em correntes.
A agilidade da raça torna-a num dos mais capazes caninos, portanto um muro alto é necessário para a raça. O APBT não é a melhor escolha para os que procuram cães de guarda por ser extremamente amigável mesmo com desconhecidos. Comportamento agressivo para com o ser humano não é característico da raça, portanto isso é extremamente indesejável. A raça sai-se muito bem em eventos e exposições pelo seu alto grau de inteligência e pela sua vontade de trabalhar.
O American Pit Bull e seus parentes tinham uma reputação de cães leais e confiáveis durante as primeiras décadas do século passado. Nos últimos anos, contudo, essa imagem mudou. Seus membros têm sido considerados como extremamente violentos, assassinos de crianças e merecedores de banimento em alguns países. A raça é uma das quatro mencionadas especificamente na Lei de Cães Perigosos de 1991, no Reino Unido. As outras três raças mencionadas são o Fila brasileiro, o Tosa japonês e o Dogo argentino.
Assim como há criminosos criando Pit Bulls para brigas e para amedrontar pedestres nas ruas, há também criadores sérios e éticos de APBT. Para piorar as coisas, os maus criadores muitas vezes deixam de treinar seus cães para não agredirem humanos, como os criadores do início do século passado faziam. Pelo contrário, treinam os cães para serem o mais violentos possíveis.
Como resultado, o termo Pit bull é hoje pejorativo e instiga medo em muitas pessoas. O preconceito gera lendas urbanas como a de que suas mandíbulas têm a forma de um alicate, que se trancam sob a carne de suas vítimas, exercendo dez toneladas de pressão, e não poderiam ser abertas a menos que o cão tivesse a cabeça arrancada, que sua caixa craniana é menor que seu cérebro, fazendo com que ele tenha muitas dores de cabeça e ataque até seus donos (mesma lenda que foi usada na época dos Dobermann), ou que é um cão criado em laboratório, com uma substância injetada para ficar louco e agressivo.
O resultado é o preconceito indiscriminado, que faz autoridades banirem Pit Bulls das comunidades, e companhias de seguros cancelarem seguros se a casa tiver um Pit Bull.
Na verdade, o Pit Bull é um cão inteligente, e muitos de seus exemplares são obedientes; são cães saudáveis que reclamam pouco e oferecem muito aos seus donos. Há até mesmo casos de cães que servem de guias para cegos e já são usados como cães de terapia em hospitais e clínicas para ajudarem crianças deficientes.
Assim como outros cães, Pit Bulls podem ser defensivos com relação ao seu território, mas, de modo geral, cães de luta não são territoriais. Como em todas as outras raças, alguns de seus membros mostram uma desconfiança com relação a outros animais, e uma propensão a atacar animais que se aventurem a cruzar seu caminho, no caso do Pit Bull, essa agressividade é tida como normal, visto ser um cão criado para rinhas. Como já dito, devem ser sociabilizados desde filhotes com todos os tipos de pessoas, desde crianças a idosos, pois como todo cão, podem estranhar uma criança se nunca tiverem visto uma.
E segundo resultados da American Temperament Test Society (ATTS), instituição que estuda e avalia o temperamento e comportamento de milhares de cães de diversas raças, diante de situações variadas, pessoas diferentes, o seu equilíbrio, capacidade de avaliação e reação, instinto de proteção e agressividade, o American Pit Bull Terrier teve um dos maiores índices de aprovação, estando dentre os mais dóceis e menos propensos a atacarem uma pessoa, ficando inclusive a frente de Collies, Cockers, Pastores Alemães, Golden Retrievers, e Dálmatas.
American Pit Bull Terrier é uma das únicas raças desenvolvidas, se tendo como uma das qualidades necessárias fundamentais, a completa falta de agressividade contra seres humanos
BAIXE O SLIDE NO LINK ABAIXO E VEJA O QUE A MIDIA NÃO MOSTRA SOBRE O PIT BULL
ISSO ELES NÃO MOSTRA...
*** http://www.4shared.com/document/2U7uCal8/pitbull.html ***
VEJA E DEPOIS REFLITA ANTES DE JULGAR.
OBS: PARA BAIXAR É SO COPIAR O LINK E COLAR NA BARRA DE ENDEREÇO OK.
*** http://www.4shared.com/document/2U7uCal8/pitbull.html ***
VEJA E DEPOIS REFLITA ANTES DE JULGAR.
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Como saber a idade do cão em idade humana?
Se o cão tem 1 ano, o equivalente é 15 anos num humano.
Quando um cão atinge 2 anos de idade, tem 24 anos. Estranho? Continue a ler.
Adicione 4 anos por cada ano após os dois anos de idade, isto é, com 2 anos o equivalente são 24, mas com 3 anos o equivalente serão 28, com 4 anos será 32 e vice versa.
Também é importante levar o peso e o tamanho do cão em consideração, os cães pequenos tem uma duração média de vida maior que os grandes. Por exemplo, um cão de 6 anos tem o equivalente a 40 anos humanos, mas um cão de porte médio/grande pode muito bem já ter 42. No entanto, esta técnica de determinar a idade (pontos 1,2 e 3) é seguida no geral pelos veterinários.
A explicação para o uso desta técnica é a seguinte:
Antigamente julgava-se que um cão de um 1 ano era o equivalente a 7 anos humanos, no entanto os cães de 1 ano já podem ter filhos. Uma criança de 7 anos nunca poderia ter filhos, mas uma de 15 já pode. Foi então por esta pequena lógica que se seguiram. Agora se multiplicássemos 15 por 11 anos, daria 165 o que é um grande exagero, porque um cão de 11 anos não é assim tão velho. Portanto adoptou-se o método de a partir dos 2 anos, somar-se sempre mais 4 aos 24 já existentes. Assim aos 11 anos o cão tem ainda 60 anos humanos correspondentes.
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